José Marciel Silva iniciou-se na Dança em 1984 quando passou a integrar o grupo Ritmo Blue Dance e foi lá que conheceu Marco Antônio. No grupo pode desenvolver suas habilidades e se destacar como bailarino de grande potencial.

Até poder se dedicar exclusivamente à dança em 2000, Marciel trabalhava na colheita de café em lavouras da região e na entresafra como auxiliar de pedreiro. Durante este período atuou também como professor de Dança de Rua em diversos bairros da cidade. Após sua profissionalização como bailarino pode desenvolver plenamente seu potencial, se aperfeiçoando como artista/intérprete ocupando um lugar de destaque no elenco da companhia onde atua também como ensaiador e assitente de direção.
Fernando Narduchi entrou em contato com a Dança de Rua em 1986 depois de ter estudado Balé Clássico, Jazz e Dança Moderna em diversas escolas de Uberlândia. Em Belo Horizonte estudou com o Prof. Carlos Leite e no Rio de Janeiro com Rainer Viana. Foi sempre um apaixonado pela dança.

Fernando trabalhou na Secretaria Municipal de Cultura de Uberlândia durante 15 anos atuando, principalmente, na área da Cultura Popular: Congado, Folias de Reis, Artesanato, coordenando também um Centro Cultural Itinerante - Projeto Circo - percorrendo diversos bairros da cidade com atividades culturais. Foi um grande incentivador da Dança de Rua em Uberlândia, promovendo mostras e concursos. Foi tambem membro da comissão organizadora do Festival de Dança do Triãngulo onde atuou durante muitos anos. É licenciado em Psicologia com especialização em Administração de Políticas Culturais pela UFMG. Atuou como bailarino da companhia durante os 5 primeiros anos do grupo, dedicando-se posteriormente, à adminstração, elaboração de projetos e direção geral. É também o responsável pela preparação física e técnica do elenco.
Marco Antônio Garcia começou a dançar em 1984 integrando-se ao grupo Ritmo Blue Dance. Com seu talento sempre foi um bailarino de destaque e suas inquietações o levaram a querer buscar novos caminhos onde pudesse expressar melhor suas idéias e sentimentos.

No começo de sua carreira como bailarino, Marquinho trabalhava como frentista de posto de gasolina depois de ter trabalhado como empacotador de supermercado e office boy. Posteriormente, aprendeu o ofício de iluminador e começou a trabalhar no Teatro Grande Othelo em Uberlândia. A apartir de 1992 com a fundação da Cia Balé de Rua, começa a se desenvolver como criador, sendo um dos responsáveis pelas coreografias da companhia bem como pelos figurinos, cenários e iluminação. A partir de 2000 , com dedicação exlcusiva à Dança, seu talento aflorou de forma decisiva e começa então a assinar todas as criações da companhia. É também o responsável por grande parte das produções dos espetáculos, criando e executando os cenários, figurinos e adereços, além da iluminação.
